quarta-feira, 19 de dezembro de 2007




Sigo no ônibus, lotado, abafado, o sol escaldante, lembro da música cavalgada. Coisas do inconsciente, nos faz lembrar ou nos faz esquecer. Sigo cantando, abafada. Entenderá aquele que sonha. Quem cavalga, cavalgou ou foi cavalgado Quem estrela é, foi, ou será Quem procura na madrugada a aurora E encontra a imaginação, a inspiração Quem segue sozinho e tão povoado. Desço do ônibus. Visto a farda da mulher real e chego ao trabalho. Faço de conta que trabalho cantando a música cavalgada.



3 comentários:

Edson Marques disse...

Adoro essa música!

paula barros disse...

Edson
também adoro esta música, desde ontem me pego cantando. Enquanto Freud não explica, tiro minhas próprias deduções e sigo cantando.
"Antes que o dia nos sufoque
Vou me perder de madrugada
Pra te encontrar no meu abraço"


os abraços sempre serão apertados, carinhosos e sinceros

Ana disse...

Com farda ou sem farda, menina cavalgando.

Confesso: Tb.