domingo, 26 de maio de 2013




Vivo a vida
E nela encontro você

Vivo a vida
Escuto o som das tuas palavras
Na natureza

Vivo a vida
Sentindo falta
Do teu toque lírico
Do teu falar bonito

Vivo a vida
Sentindo um vazio
Dos tons azuis
Daqueles tons
Que você pintava o céu

Vivo a vida
E volto para casa
Para me refugiar
Na imaginação

Vivo a vida
Mas você não compreende
A falta que sinto
Da vida que suas palavras me dava

7 comentários:

EDER RIBEIRO disse...

Viver sempre, Paula e nas saudades nutrir das recordações a seiva doce de ter bem vivido. Bjos e boa semana.

Maria disse...

Muito bonito este poema. Mas há uma tristeza por detrás dele, aquele vazio dos tons azuis, que eu entendo tão bem...

Beijo, Paula, com saudades.

myra disse...

sim minha querida Paula, outro lindissimo poema...sabe sinto como voce....
beijos

Dauri Batisti disse...

Viver e ter autonomia,
viver sem dependências,
viver sem atrapalhar a própria vida e a dos outros,
viver sem complicar.

Benno disse...

seria tão fácil se todos desejassem as mesmas coisas, mas cada um é cada um. o jeito: aceitar as diferenças.
Beijos

O Sibarita disse...

Sua menina que belo poema! Tão tocante, tá assim que nos transporta ao seio do amor perene, oi coisa boa! kkkk


...E por que só escrevo essas coisas/Tão incapaz de produzir paixão/Que a cada verso quase denuncia/Meu nome e seu lugar de nascimento?/Pois saiba, só escrevo a seu respeito/E sobre o amor, são meus únicos temas/E assim vou refazendo o que já foi feito/Reinventando as palavras de cada poema/Como o sol, novo e velho a cada dia/O meu amor rediz o que dizia...

Hummmmm... kkkkk

O Sibarita

O Sibarita disse...

Sua menina que belo poema! Tão tocante, tá assim que nos transporta ao seio do amor perene, oi coisa boa! kkkk


...E por que só escrevo essas coisas/Tão incapaz de produzir paixão/Que a cada verso quase denuncia/Meu nome e seu lugar de nascimento?/Pois saiba, só escrevo a seu respeito/E sobre o amor, são meus únicos temas/E assim vou refazendo o que já foi feito/Reinventando as palavras de cada poema/Como o sol, novo e velho a cada dia/O meu amor rediz o que dizia...

Hummmmm... kkkkk

O Sibarita