Hoje venho de parceria com fotos e título de Armindo. Gostaria de fazer mais parcerias, mas minhas palavras são voluntariosas, e só surgem quando querem, o último trecho saiu na caxinha de comentários do blog dele, o início foi quando ia desligar o computador.
Lycaena phlaeas- (Vista interior e exterior das asas)
Nikon; Nikkor 105 mm, VR, Micro.
Local: Proença-a-Nova.
Já vou. Me despeço. Agora posso dormir e sonhar. Vi duas Borboletas Cobre, pousaram em galhos de plantas diferente. Eram lindas. Queria ser borboleta, poderia ser qualquer borboleta. Até aquela amarela que sobrevoa o meu jardim, o jardim que meus olhos alcançam pela vidraça. Melhor ainda ser a Borboleta Cobre, tão esbelta, tão linda, tão rara. Com uma roupagem diferente.
Já fui lagarta. Tive que sair do casulo a pulso. Fui jogada na vida. Mas não sei porque não me tornei uma borboleta. Criei asas. Asas partidas. Não são coloridas e leves e bonitas feitas a da Borboleta Cobre. Mas eu vôo, sabia? Ah, no pensamento sou borboleta, sou beija-flor, sou arara, sou até urubu. Qualquer bicho que tenham asas me encantam, e posso ser um deles. Quando deixo o pensamento me levar na brisa da emoção.
Então já vou. Está tarde. Preciso dormir. Vem Borboleta Cobre..... Cobre com as tuas asas
Os meus sonhos
Vou deitar
Vou dormir
Quero ter asas logo mais
Pousa nos meus pensamentos
Com esta leveza e beleza
Uma delicadeza ímpar
São tantas cores que te cobre
Oh, Borboleta Cobre
Ilumina de fios de cobre as minhas asas
Para serem maleáveis e condutoras de boas energias
E serei rara feito és tu

