sexta-feira, 24 de janeiro de 2014




Amores distantes
Amores proibidos
De hora marcada
De olhares não vistos

Amores distantes
De mãos sem contatos
Amores falados
Sem seres sentidos

Amores distantes
Amores proibidos
A mão sem  mão
O olhar sem olhar
O corpo caindo num vão
Sem o corpo do amado para acarinhar

Amores proibidos
Amores distantes
Sem beijos, nem abraços
Sem toques, sem sons

Amores proibidos
Amores distantes
Sem cheiro, sem gosto
Sem tato, sem fôlego

Amores proibidos
A lua vestida de luz
Em céus distantes

7 comentários:

Cidália Ferreira disse...

Bom dia Paula

Fantástico poema este! Adorei.

Ai o Amor!!! rsrsrs

Excelente sábado

Beijos

http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

myra disse...

MAS E SEMPRE amor!!!!!!!!!LINDISSIMO, QUERIDA pAULA!
BEIJOS

Ricardo- águialivre disse...

Lindo ... maravilhoso

Desejo um fim de semana muito feliz
Cumprimentos
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http://pensamentosedevaneiosdoaguialivre.blogspot.pt/

Sopa de Letrinhas da Leninha disse...

Amor mesmo que distante é sempre amor, um dia o encontro e a felicidade do amor então! Lindo! Obrigada pela visita e comentário, beijos

Armindo C. Alves disse...

Distante uns tempos, sem beijos nem abraços, retorno ao convívio e mais uma vez deparo com mais uma bonita publicação. A sua mente sensível e ávida de aventura é sempre uma revelação.

Beijos.

O Sibarita disse...

Ah certo... kkkk Tem razão o belo poema, amar e não sentir a pele, a carne na carne dói e como dói! kkkk

Mas, o amor na distância tem dessa coisa, do não sentir o outro, ainda, que se namore pela net.... kkkkkk

O importante é não deixar a peteca cair, se gosta, é arranjar um jeito de se ir até o amado(a), ô beleza! kkkkkk

Eu mesmo tô providenciando chegar de surpresa! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Porreta!

O Sibarita

Daniel C.da Silva (Lobinho) disse...

Que bela redondilha...