segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011




A desconstrução da expressão da poética do sentir,
para não invadir o ser da fonte inspiradora.



foto - Brasília

9 comentários:

d'Alma disse...

E como as fontes podem ser nascentes férteis, de onde jorra alguma inspiração, por vezes frenética, que saciam toda a sede; a necessidade de provar-se e dar-se a provar entre sabores que a imaginação permite!... Também ela, a imaginação, advinda da Fonte que se imagina no ponto mais alto da vontade dela beber!... Ou no fundo de tudo, como se de uma fonte submersa se tratasse, de onde palavras profundas causassem a misteriosas sensações de profundidade, ás vezes, poéticas!... Ou simples desabafos, afrouxar o nó e mesmo desatá-lo. Criar o laço e a fonte… da fonte!... Seguir o fiozinho que se vai transformando num regato, num rio… na verdadeira fonte onde todos os sentimentos poderão navegar através de palavras que flutuam!...
A verdade, é que basta um copo das palavras frescas que cada um tem em si, como fonte individual e distinta!... Por mais ou menos fonte que possa, ou não, parecer e da qual possa transbordar um pouco de Luz, todavia, essa, a Luz, já é outra história… como os milagres, a Sorte, o Destino!... Há os iluminados, os que se apagaram e os que pagam para que a Fonte não se apague!...




Abraço

Ilaine- disse...

Paula, amiga!
Fontes sempre me fascinaram, são águas que dançam e que formam pequenos arco ìris à luz que as tocam. Esta é linda, e é "fonte inspiradora." Beijo

EDER RIBEIRO disse...

A água qdo é absorvida pela alma temos uma sensação de leveza, como se nos tornassêmos puros novamente. Bjos.

myra disse...

a proxima guerra, desgraciadmente vai ser o da agua...
sabe minha querida Paula, eu tbem deixo ir meus pensmentos e logico mtas vezes nao sao là, mto bons:)
mas adoro todo teu blog
beij,

mfc disse...

A foto é um borbulhar de sentimentos...

Benno disse...

eu interpreto a invasão da fonte inspiradora de uma forma inversa, o poeta expõe seus sentimentos, na verdade os deixa escondido, quer que seja descoberto, mas ao mesmo tempo não quer, sente-se nu, por isso desconstrói o sentimento... pelo menos eu me vi desta forma, se construindo a expressão do sentir, sendo inadivertidamente invadido, tentando desconstruir o sentimento, deixá-lo fragmentado, escondido nas entrelinhas e nesse ir e vir vai o poema sendo feito e desfeito.

C. disse...

Dia desses, num dos meus textos, um dos leitores me compararam a sua escrita. Tive que rir Paulinha, pq essa concatenação toda em frases minúsculas mas que dizem tudo, estou longe de saber escrever.

"De repente ocorre de lembrar-me de que deve ser efeito "Paula Barros", com sua poesia inspiradora e belíssima, inspirada em outra poesia.
E eu aqui, a me perguntar que faço num ambiente de tantas 'estrelas'... e calo-me, sem graça e sem jeito, mas devidamente confortável por suas palavras, saio em absoluto silêncio e recolho-me à minha própria insignificância.
¬
Bom fim de semana.
*Paula que me perdoe a ousadia, mas deixo seu link e espero que ela não se zangue, nem você, Cris.

http://pensamentosefotos.blogspot.com/2011/02/nuvens.html

05/02/11 19:21"


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É tao boa a vivência na blogosfera, e sao comparacoes assim que nos enaltecem.

Bj!

Daniel Savio disse...

Descontrução sim, mas nunca fata de sentimentos...

Fique com Deus, menina Paula Barros.
Um abraço.

Daniel Savio disse...

Descontrução sim, mas nunca fata de sentimentos...

Fique com Deus, menina Paula Barros.
Um abraço.