sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Vendedor de histórias - 17







Me entrego à poesia, dele, do outro, de mais algum, como uma forma de fugir do dia, de suportar os momentos. É um caminhar constante. Me ausento da realidade e entro na beleza da poesia, é um mergulho nas lágrimas, na tentativa de ver o sol da alma brilhar. Dias rotineiros, massantes, voltas das mesmas voltas. O ano corre, me arrasto, quero só poesia. Abro portas para alcançar a poesia. A poesia torna os dias mais leves. Me dá ânimo para acordar, para continuar, para dormir. A poesia faz um ciclo em mim. Um ciclo de esperança e de expectativa. Acordo e penso, terei poesia hoje? Espero ansiosa. A poesia quando vem, me abraça com muito carinho. Me sinto mais leve. Foi a poesia que atravessou o dia, penetrou o olhar, me inundou de beleza. Brinco de e com a poesia. Esta sensação boa, é a sensação de ser criança brincando de academia (amarelinha) no sol. Os pulos numa perna só para brincar. O sangue a correr nas veias, o coração a palpitar, é a brincadeira de poesia. A dele, a do outro, a de mais algum.


3 comentários:

EDER RIBEIRO disse...

Oi, Paulinha, boa tarde.
E vc sabe brincar, teus textos tem na essência a poesia, e suas fotos então. Poderia dizer, e não estaria ocorrendo em um erro, que vc é geometricamente dos pés as mãos poética, e é nelas, nas máos que as poesia toma forma para deslumbrar a quem ler. Hj tomo um pouco da sua poesia e me inunda dessa alegria gostosa que me vem qdo leio textos como o seu. Tim tim.
Bjos e bom finde.

C@urosa disse...

A poesia é um momento de magia, alegra o coração, sempre.

forte abraço

c@urosa

myra disse...

e sim,melhor se ausentar da realidade!!!!!!! como escreve minha Paula, como qgostaria poder fazr assim tambem!!!!
beijos