quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013







No teu silêncio, tudo dorme
As palavras, a alegria, a luz
No teu silêncio, a maciez do nada
Arranha a pele desnuda
No teu silêncio, silente e forte
Arrumo ruídos 




Escrito em 24.09.12 e postado no facebook.
 Agora aqui, para compor a série - silêncio.







5 comentários:

Benno disse...

há mais som no silêncio que no som, pois sem o som não é possível a música, esta feita mais de silêncios que de sons.
O que mais repousa e acalma é a mistura do som e o silêncio, é quando o som emerge do silêncio, é quando o silêncio pare o som. Como na clara noite de luar o silencioso vento faz as folhas das palmeiras farfalharem ou o serpentear manso das silecionas águas dos rios.

Beijos

Dilmar Gomes disse...

Paula, ao ler teu poema, lembrei do The Sound of Silence na voz do Simon e Garfunkel.
Um abraço. Tenhas um ótimo fim de semana e um excelente feriadão.

myra disse...

tuas palavras sao ALGO muito mais
verdades e beleza!!!te admiro!!! e te quiero!!!
beijos

Rui - Olhar d'Ouro disse...

Muito interessante!!

O Sibarita disse...

Ai esse silêncio, ainda bem que foi em setembro, é isso mesmo? kkkk


O Sibarita