sexta-feira, 5 de setembro de 2008


As folhas das árvores caem
A coloração não é a mesma
 Formam tapetes
Nas ruas perdidas por onde ando
 Chegou o outono
O sentimento ficou pálido
Perdeu a cor e o brilho do verão
 Os olhos ja não sentem
As chuvas do inverno
Frio e cinzento
Alívio do amor que partiu
 Se partiu
Caindo por terra
Feito as folhas das árvores no outono

26 comentários:

Codinome Beija-Flor disse...

Cada vez mais lindo e mais emocionante seu blog.
Bjos

Alisson da Hora disse...

doce cheiro de final de outono no final do inverno...meu coração parece um monte de folhas caídas...

abraço

Cadinho RoCo disse...

Quando vem a primavera flores brotam trazendo cheiro bom.
Cadinho RoCo

Nanda Assis disse...

concordo com vc, pois sempre que o outono chega, traz consigo sua tristeza, e inunda meu ser.
bjosss...

daniel disse...

Paula Barros

Confesso que gostei do teu poema. No entanto embora pareça, o Outono ainda não chegou.
Estou en crer, que ainda aparecem verdadeiros dias de Verão.
De resto, acabo por ter simpatia por esse tal de Outono, o tempo em gosto de dar passeios, fora de portas, pelo menos ao meu Oeste natal.
Daniel

Layla Lauar disse...

o outono é a estação que mais gosto..adoro tudo, cores, o vento, o friozinho...pena que já se foi faz tempo..e agora é esperar pela primavera e que com ela e suas cores venham também novos amores e que sejam bem vindos!...

Belo poema!

beijos

Maria Dias disse...

No Outono as folhas caem feito páginas viradas...Bela poesia moça!

Beijos

Maria

Dois Rios disse...

Querida Paula,

O outono é uma estação, uma fase, um tempo que passa. As folhas que ele faz cair o vento leva.

Beijo,
Inês

Everson Russo disse...

As folhas do outono e as chuvas de inverno que caem são as nossas lagrimas, aquelas que ficamos segurando por tempos em nossos corações, e uma hora elas pesam em nossa alma e desabam na vida, no tempo, desabam no chão, e formam "tapetes" de diferentes tonalidades e sentimentos, tonalidades essas de cada amor, de cada saudade, de cada sonho, de cada estação do amor que nos escorre pelas mãos, muitas vezes o amor que partiu tambem "partiu" e levou um pedaço, e isso tudo reprimido acaba num dluvio interno de sentimentos e conflitos dos mais loucos possivei...xiiii, já to eu me estendendo,,,mas fiquei feliz que o Livro ter te levado paz com a oração, muitas vezes nos agarramos só na nossa vidinha, em nossos problemas, em tudo que as vezes a gente quer e nao consegue, e nos esquecemos qeu já temos o milagre maior, a vida, e se Deus nos deu, temos que alem de cuida la muito, fazer dela o bem aos outros, levar e trazer amor em paz,e tudo que temos que fazer de bem é por aqui, não sabemos se existe vida em Marte, então, por aqui carregamos nossa historia e fazemos parte da dos semelhantes....então minha amiga, vez em quando, pra alimentar a alma e o coração temos que nos ajoelhar,erguer as mãos aos céus e agradecer ao Nosso Criador por tudo, pelo ar, pelas arvores, pelo mar, pela beleza da vida, pelas dores que nos ensinam, pela poesia que temos no coração, pela lucidez, por tudo, amigos, amores, sentimentos...etc...beijos em sua alma, lindo final de semana pra ti....obrigado de coração pela sua amizade....O SENHOR É O MEU PASTOR E NADA ME FALTARÁ, TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE, E SE DEUS É POR NÓS,QUEM SERÁ CONTRA NÓS?

Cleo disse...

Paula, lindo este teu poema. Um amor maduro que se foi caindo por terra como as folhas das árvores no outono. Passou o seu tempo e se foi, mas com certeza deixa sempre um colorido de um tempo bonito que vivemos.
Beijos e belo fim de semana.
Cleo

Bandys disse...

Paula
Lindo seu poema.

Quando algo que você goste for embora, lembre-se que as folhas do outono não caem porque querem
e sim porque é chegada a hora.

Beijos

Daniel disse...

Meio doído esse poema não?! Em todo caso, bastente profundo e tocante. Você é uma poetisa de mãos cheias! Convido você a ler e freguentar meu mais novo blog, e é de sátira política:

www.meiaspalavras.myblog.com.br

Jogue suas meias sujas no cesto de lixo também. Bjus e bfs.

http://so-pensando.blogspot.com

Cadinho RoCo disse...

Já voltei porque não paro de derramar folhas de vontade em passar sempre por aqui.
Cadinho RoCo

Jardineiro de Plantão disse...

Ler a sua poesia, é inevitável.
Reparar como escreve é inevitável.
Estar no seu Blog... é inevitável
Deixar sempre comentário... inevitável é.

Belíssimo e agradável fim de semana.

Abraços

EternaApaixonada disse...

Paula,
o outono me deixa sempre nostálgica e me encanta ao mesmo tempo...
Ao ver as folhas caindo, sinto que posso deixar levar também meu sofrimento guardado e me preparar para novos momentos...
A natureza sempre sábia nos ensina...
Basta estarmos atentos ao nosso interior e saber seguir o rumo...
Adorei seu poema!
Bom fim de semana, amiga e tudo de bom!
Beijos da Helô

PS: Já aqui estou "contando"os dias para a chegada da primavera, trazendo a renovação e quem sabe o que espero também...

Zek disse...

Será que o amor, também passa por estações, porque a nossa alma passa... ou pelo menos a minha passa... o inverno é doloroso, ou outono talves um pouco menos... mas esse vem e vai das estações as vezes deixa minha alma em frangalhos !!!!!!!


Beijos

Chá de Fita disse...

...NO INVERNO FICO SATISFEITO COM MINHAS LÁGRIMAS QUENTES...

Eärwen Tulcakelumë disse...

Mesmo as folhas caídas servem de alimento ao solo de onde hão de surgir novas plantas....acredite!

Pérolas incandescentes de força e luz.

Eärwen

Gerlane disse...

Terno, suave, saudoso e perfeito texto!

És minha conterrânea?

Beijos pra ti!

Márcia(clarinha) disse...

Outono estação mais linda, mais que perfeita...

Caminhar estalando folhas no chão alegra coração, dá paz.

lindo dia,flor
beijos

vilminha disse...

Paulinha:
eu gosto das folhas caindo com aquela leveza toda, vem flutuando, vem planando devagar e quando fico olhando pela janela, vou sonhando e é como alguns sonhos uns serenos, lentos e leves, e outros conturbados, rápidos e fortes. A cada folha que amadurece e chega sua hora vai caindo fraca ou forte e ao tocar o chão, forma um tapete colorido, como por encanto de seu último suspiro de vida que logo logo renasce em um novo manto, assim vejo o outono e o cair das folhas.
Vejo o cair das folhas como o princípio do tempo para meditar e renascer com muito amor.
PS: Acabei de escrever estas palavras aí pra você mas vou copiá-las pra compor uma poesia, sem título ainda. Beijos e uma ótima noite de sábado.

caurosa disse...

Meu caro Paulo, que bom que vocês existem.Os poetas são os esteios para nós que achamos na poesia um caminho que nos leva ao equilíbrio emocional.
Parabéns pelo seu blog e pelos maravilhosos poemas. Estarei sempre por aqui. Paz e harmonia.

Forte abraço.

CAUROSA. caurosa.wordpress.com

caurosa disse...

Minha cara Paula, mil perdões. A ansiedade e a agitação por aqui me fizeram digitar errado. Onde escrevi Paulo leia-se Paula. A essência estará sempre mantida, tanto na alma do poeta, quanto na da poetisa.Mais uma vez peço desculpas.

Forte abraço

CAUROSA

Paulo R Diesel disse...

O sentido empregado nos versos deste poema exprimem com exatidão o sentimento de um amor que implodiu, que partiu,mas que pode renovar-se como se renova a natureza em seus ciclos.

Beijos Paula.

Deusa Odoyá disse...

Olá amiga.

Não espere o Outono vir ou partir, siga em direçaõ a novos horizontes.
Um horizonte, cheio de esperanças , amor e paz.
Beijos da amiga.

Regina Coeli.

Um lindo e suave poema.

O Sibarita disse...

Oxente! Partiu, foi? Valha-me Deus! kkkkk

O outono é passageiro dona moça! kkk

Já descobriu quem faz as letras daqueles músicas dos vídeos no Sibarita? Descobriu não, né? kkkk

Então, tá certo... kkkkkk

Seu sobrinho é regueiro quem bom não?

Reggae é música!

bjs
O Sibarita