segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Vem





Enche a mala de saudade, deixa transbordar, quebrar o fecho, pega o rumo, o destino do teu coração. Segue este descompasso que só a saudade sabe causar, e chega. Vem. Céu, mar, lua, sol, entre lixos e luxos, ruas, avenidas, o abraço. A saudade para que serve? Para apontar destinos, para abrir caminhos, aproximar os sorrisos. Vem. Se aprochega. O teu destino o meu abraço aguarda. No cais, na rua da Aurora, no amanhecer dos dias, no sol reluzindo na cama, a brisa na varanda. Vem. Pontes e rios, o oceano Atlântico, uma cidade de encantos, Olinda, coqueiros, as descobertas, que só o aperto da saudade pode desatar. Vem. Os arrecifes da cidade contém o avanço impetuoso do mar. Entre nós, apenas vontade de se deixar invadir, coisas que só a saudade sabe definir. Dá um passo, alarga o horizonte, deixa a saudade comandar os atos. Vem.


3 comentários:

myra disse...

sabe a saudade comanda meus atos, mas com qe DOR!!!!! acho formidavel os teus poemas!!!!
te quero tanto bem, e te mando tantos beijos...

adela yannini disse...

Lindo!!! eu amo.
Beijos

O Sibarita disse...

Rapazzzzzzzzzzzzzzzz... kkkk

Belo texto de chamamento e ai? kkkk

Engraçado, somente agora leio este texto, e ai vejo a coincidência do texto de Zé Lalado, repare...

Sei não, viu? kkkkk

O Sibarita