segunda-feira, 17 de junho de 2013




Lembrei dele com um carinho enorme. Destes carinhos inexplicáveis. Desnecessário e em vão, assim era o carinho. Inútil carinho (para ele).
De certa forma, o carinho por ele me servia. Servia para ver belezas em alguns lugares. Para ver e sentir a vida real menos chata, menos monótona e menos monocromática.


(Foto: Niterói - RJ - junho/13)


8 comentários:

Blue disse...

Nas águas do azul do mar
tendo ao fundo a ponte Rio-Niterói
a vida menos chata se torna
quando a Andarilha a passear está!

Beijo

brisonmattos disse...

deve de ter cheirinho fididinho nessas águas, mas passear de barkinho superaria tudo isso.

Sotnas disse...

Olá Paula, e que tudo esteja bem!

É isso prezada Paula, pequenos e simples gestos, muitas vezes nos faz perceber que o fato de vermos tudo sempre jamais deve ser entendido que tudo foi devidamente notado ou observado, pois a vida se perpetua com a soma de mínimos e diminutos detalhes!

Obrigado por compartilhar belos pensamentos e lindas imagens, e também por tuas gentis visitas e comentários, assim desejo que teu viver seja sempre de intensa e deveras felicidade, abraços e, até mais!

myra disse...

so posso te dizer que morro de saudades!!!!e tantos beijos

eder ribeiro disse...

Nós somos reflexos de nossas ações, Paulinha. Bjos.

Existe Sempre Um Lugar disse...

sempre recordamos o que nos marcou, o que gostamos.
linda foto com cheiro a maresia.

ag

O Sibarita disse...

Fia, é isso, a saudade...

Quando se gosta é assim, ao ver o belo, associa-se ao amor.

Tenho a leve impressão que vc ainda vão se encontrar, ô beleza, né não? kkkk

O Sibarita

Paulo Francisco disse...

Sabia que conhecia esse lugar.