quarta-feira, 17 de junho de 2015







Olhei o sol, já ia alto, mesmo sendo cedo. Cedo para mim. Respirei o canto dos pássaros para que o dia cantasse também. Passou pela minha pele a brisa vinda do mar, com umidade de chuva. Em algum lugar chovia, em algum lugar ia chover. As nuvens carregadas de cinza passaram. O vento ia empurrando elas para bem longe. Ele, o vento, forte, afoito e atrevido foi me  tocando, assanhando os cabelos, os pensamentos, e a vontade de estar contigo.






5 comentários:

Rui Pires - Olhar d'Ouro disse...

É, o vento por vezes é assim, um pouco "maldoso" para o "look", mas no fundo e neste pensamento com um ato feliz provocando essas sensações!
bj Paula!

Paulo Francisco disse...

Conheço esse vento!
Belo texto.
beijogrande

Cidália Ferreira disse...

Olá Paula Barros

Maravilhoso texto. Gostei!

Beijinhos
http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

brisonmattos disse...

O vento nem sempre nos leva para onde a gente quer ir.Linda poesia!

ALUISIO CAVALCANTE JR disse...

Querida amiga

Há dias,
que a companhia mais perfeita
que podemos ter,
é a nossa própria companhia.
Reaprender a caminhar conosco,
a ouvir a melodia do coração
e refletir sobre o que estamos fazendo
com os nossos sonhos...

Um imenso abraço.