sexta-feira, 16 de setembro de 2011



Sorrindo, pego o barulho de tantos sons e apreendo nos olhos. Eles, os sons dançantes, bailam esvoaçantes na ponta da língua, calam o silêncio. Inspiro profundo e suspiro, fazia tempo que o silêncio calava o meu ar, e não ouvia a minha voz sair brilhando em oxigênio. Inspiro soletrando os bailados, toques de sapateados no assoalho da alma.


16.09.11


8 comentários:

Paulo Francisco disse...

Gostei, gostei muito da frase:¨
e não ouvia a minha voz sair brilhando em oxigênio¨
Um beijo grande

EDER RIBEIRO disse...

Paula, a tua poesia exacerba até em texto curtos. Bjos. Bom finde.

Blue disse...

E sorrindo, te leio, apesar de todo este barulho!

Beijo

Vivian disse...

...delícia imaginar os
sapateados no assoalho
da alma.

vc encanta, menina!

bjs, minha flor!

myra disse...

incriveis de boas lindas metaforas!!! gostei imensamente, querida Paula
beijosssssssss

Everson Russo disse...

Gostei desses sons apreendidos no olhar, sons dançantes da vida, dos momentos de alegria guardados no peito...beijos querida e um final de semana cheio de carinho e poesia...

Dauri Batisti disse...

passando por aqui e agradecendo o comentário no essapalavra.
Que o sorriso seja uma constante na sua vida, que ela sempre se encha de poesia.

mfc disse...

Que imagens preciosas se desprendem das tuas palavras!