segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Labaredas

(um escrito antigo, só para esquentar estes dias de chuva,
e para mudar o ritmo das últimas postagens)



Busco no teu fogo
Labaredas para acender meus desejos
É quente o sabor delicioso que te escorre

Imaginar teus lábios nos meus
Tuas mãos a percorrerem meu corpo em chamas
Tuas fantasias
A cavalgarem meus delírios crepitantes

És fogo que me acende
Sou a brasa que te queima
Somos chamas nesta chama

7 comentários:

Eurico disse...

Puxa, um verdadeiro incêndio por aqui. Belo poema, Paulinha.
Saudade d'ocê!

Abraçamigo.

Maria disse...

É assim o amor. Muito bem descrito...

Beijos.

Luiz Caio disse...

Oi Paula, como vai?
Nossa, tanto tempo sem vir aqui,
quando venho, aí sim sinto a saudade bater!

Você continua bem inspirada!

BEIJOS.

myra disse...

"A cavalgarem meus delírios crepitantes"
SIMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM!!!!
beijossssssssssssssssss

EDER RIBEIRO disse...

Um chamamento que teima ser fogo, que queima, incendeia as brasas que não quer ser cinzas. Bjos.

Dauri Batisti disse...

Legal esta tua fidelidade com as postagens. Quando um texto não vem, vem outro, um antigo até, mas que fica novo, nisso que na língua da internet chama-se de atualização (gosto deste termo).

beijo

O Sibarita disse...

E é Fia? kkkk

Sua menina, versos pulsantes, desejos aflorados em demandas que a chama, chama... Hummmmm! kkkkkk

Se o escrito é antigo, a cobiça permanece no agora também... kkkkk

Muito dez!

O Sibarita