terça-feira, 30 de agosto de 2011

Tinha música no meio do caminho.




Desço do metrô, passos apressados, pensando sobre a vida, escuto uma música que no dia anterior não ouvi ali. Procuro, encontro este cantor tocando sax. Me sento ao lado dele e escuto ele tocar. Conversamos, sorrimos, ele dizia para eu pedir músicas. Entre as pedidas e que combinavam com os meus pensamentos estavam Carinhoso, Como é grande o meu amor, As rosas não falam, Trem das Onze, entre outras.
Ademir Leão já esteve no Programa de Jô Soares, inclusive ganhou este sax de Jô. Teve seis mulheres, duas já faleceram, 12 filhos, apenas uma filha, o nome dela Hendrixa, em homenagem a Jimmy Hendrix. Um celebridade do Largo da Carioca, 27 anos encantando o local. Conseguindo parar os passos apressados daqueles que atropelam a própria vida.




No final um abraço e o sorriso de muita simpatia.
Fiquei de voltar para Admir me levar no Morro da Conceição, mas não pude voltar.
Valeu Admir!

Mais um sonho realizado

Rio de Janeiro - 29.08.2011
Antonio Zambujo, cantor português. Apresentação Solar de Botafogo.
Compartilho mais este sonho realizado com vocês.
Voz, sorriso, expressão facial, simpatia, boa interpretação.
Ele saboreia as palavras quando canta.
Gente, foi muito bom estar neste show, foi muito bom abraçar e dar um beijo em Antonio Zambujo.






Sonhe e faça o a sua parte para o sonho se realizar.
E este foi literalmente um sonho realizado e palpável.


segunda-feira, 29 de agosto de 2011




“Sonho, logo existo”. E por sonhar transformo a realidade, pelo menos a minha. Noite de domingo, converso com um filósofo belíssimo, olhos verdes, um charme, braços e tórax definidos, um sorriso encantador. Um filósofo que toca piano, é exímio fotógrafo, e uma inteligência impressionante. Conversar com ele é sentir a alma entrar em delírio. Neste mesmo domingo fomos dormir às quatro horas da manhã conversando, entre os muitos assuntos, os meus sonhos. Domingo à tarde andamos no calçadão de Ipanema fotografando o pôr do sol, as ondas do mar, e conversando mais um pouco. Um pouco que nunca se esgota. Tenho sede destas trocas, destas conversas. E ele tem uma fonte inesgotável de conhecimentos.

Leio para ele minha última postagem do blog. Ele sorri. Me diz: espera, e volta segurando nas mãos Gaston Bachelard. E Gaston mostra que posso ser comprendida por ele também, e apenas me cita os títulos de sua obra. “A poética do Devaneio”, “O ar e os Sonhos – Ensaio sobre a imaginação do movimento”, “A intuição do instante”, “A terra e os Devaneios da Vontade – Ensaio sobre a imaginação das forças”. Tenho pouco tempo para estar com Gaston e ouví-lo. Sei que vou deitar com ele, e tocá-lo com carinho. E só depois vou aprofundar-me em Gaston.

Este filósofo dos olhos transparentes me fala também de Marly Bucão – “O gozo do conhecimento e da imaginação”, e me conta mais e mais de outros filósofos, e foi ele quem um dia me apresentou a Sêneca. Para finalizar, anoto um pensamento de Marco Aurélio – Meditação VII, 6 que transcrevo abaixo, e vou dormir, ou pelo menos tentar.

“Façam o que fizerem
Digam o que quiserem
Eu tenho de ser esmeralda
E ter a minha cor própria”

E ao me despedir penso: Tudo o que alguém pensa de mim, pode ser um pouco de mim, pode ser uma projeção de si mesmo, pode ser imaginação. Porque eu ainda estou me conhecendo, estou em eterno processo de construção.

domingo, 28 de agosto de 2011



Ando me questionando como nascem os sonhos? E a força para realizá-los? E o poder que temos de nos boicotar na realização dos sonhos? De onde vem esta voz que diz que eu posso sonhar, e que eu mereço e devo realizar? E por que às vezes desisto de um sonho? Quanto mais realizo sonhos mais me apodero de mim, e mais acho que posso realizar os meus sonhos.

Enquanto escrevo o bem-te-vi cantou, o céu está bem azul, e eu estou feliz comigo mesma, feliz por não ter ouvido a voz que me boicota quando quero realizar sonhos. Vou realizar meu sonho? Ainda não sei. Estou fazendo a minha parte.


foto: Rio de Janeiro - 2009
texto: 28.08.11 14h03

sábado, 27 de agosto de 2011

Sonhar, sonhar, sonhar....






Ir deitar sonhando. Acordar sonhando. Olhar pela janela e observar o dia nublado, mas dentro de mim só o sonho importa. E neste sonhar colocar o disco de Antonio Zambujo, e pensar nos sonhos. Me Imaginar realizando os sonhos. E complementar sonhos com sonhos. E passar o dia sonhando. Só sonhar por vezes dá um prazer enorme. A energia boa. O dormir sonhando. O acordar sentindo sonhos circulando nas veias.




quinta-feira, 25 de agosto de 2011




Pensar no ser humano e nas suas contradições me fascina. Somos um mosaico. Um percentual grande de água, de sangue, de contradições, incertezas, fantasias, inseguranças, lembranças, certezas, sonhos, desejos, dores.....As contradições de nós mesmos só se apresentam na relação com o outro. Só assim nos tornamos um ser. Toda afirmativa de nós mesmos, toda definição do nosso ser, todas as nossas verdades, caem por terra diante de um outro ser. Que nos mostra os nossos medos, as nossas fraquezas, as nossas forças, os nossos limites, acordam os fantasmas que nos habitam, só diante do outro é que nós nos conhecemos ou nos desconhecemos. Só diante do outro, é que nós nos descobrimos enquanto fortes ou frágeis, enquanto contraditórios ou afirmativos do que pensamos e dizemos ser.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011




Esperei você com flores e sorrisos. Mas você chegou com espinhos. Eu pensava lhe dar flores perfumadas. Mas você sentia espinhos. Veja só como são as atitudes, as interpretações, o sentir. Tão divergentes.

Pensando bem, eu não saberia o que fazer com suas flores e seu sorriso. Momentaneamente eu iria gostar, iria perfumar a minha alma com o cheiro de rosas, mas e depois? Depois eu sentiria um vazio imenso no meu jardim, porque as flores que você me daria seria de ilusão, feito flores de plástico, sem cheiro, sem realidade.

Mas os espinhos não, eles machucam, eles ferem. Eles fizeram sangrar a minha admiração, o meu carinho. Mas enquanto você me dava espinhos, eu plantava flores no meu jardim, eu plantava flores pelo caminho, eu recebia flores de todos os tipos, e colhia a flor que nascia em mim.

Nesta falsa alegria eu podia me perder. Na dor, piso firme o chão que tem em mim.


 02.03.11

Desencontro do encontro

série: para um imaginado amigo





O muito às vezes é muito
O muito carinho que eu lhe tinha
A muita admiração
O muito cuidado
Era muito

Assustou, invadiu, afastou
Talvez um dia na sua vida
Você desejou ter
Muito carinho, muita admiração, muito cuidado
Mas não de qualquer um

Porque o muito, vindo de qualquer um
É apenas muito
É algo estranho, incomoda, invade, assusta, afasta, irrita
Porque queremos algo
Não significa que queremos de qualquer um

E assim seguimos os nossos dias
Os meus sentimentos era uma porção de muito
Sem nenhum significado, nem significante
Para as suas carências, as suas ausências, os seus vazios
O meu muito não lhe preenchia em nada

Agora estou aqui
Cheia de muito carinho
Repleta de muita admiração
Com sentimentos de cuidado
Mas não posso dar a qualquer um




texto - 04.06.11
foto: Cemitério da Recoleta - Buenos Aires

terça-feira, 23 de agosto de 2011




Prendo-me ao cheiro dos teus pensamentos
Para não esquecer de mim
Cheirando-te constantemente
Me sinto contente

Prendo-me aos nós dos teus pensamentos
Para sentir em mim um mundo
A parte, pulsando freneticamente

Prendo-me nas belezas dos teus pensamentos
Para seguir linhas horizontais
Me perdendo na verticalidade
Destes mergulhos frequentes


25.06.11

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Escrever


Escrever
É o descompasso da mente
Entre o querer e o poder
Entre o ter e o ser
É o pulsar do corpo chamando
É o poder da mente controlando
É o não dito sendo dito
É a volúpia do corpo se derretendo em palavras que ardem
Inspiram, suspiram, transpiram
A solidão buscando companhia
A tristeza indo ao encontro da alegria

Escrever
É o caminho que a mente encontra para libertar o incontrolável
Confessar o inconfessável
Manter a loucura lúcida
Enquadrar as desmedidas ânsias
Aliviar a pressão do que não quer e não pode calar
São metáforas ajudando a mascarar a beleza da emoção

Escrever
É dizer o que pulsa, vibra
Queima, arde
E muitas vezes não está sendo vivido

Escrever
É soltar de nós mesmos o que não nos cabe
O que explode em mil pedaços a alma
É alinhar o céu e o mar
A terra e a lua
O desejo e a razão
O mistério
São nossos extremos
São enxurradas de sentimentos
Pedindo para seguir o curso da vida
09.08.2009

sábado, 20 de agosto de 2011


Não sou um livro aberto. Não, não sou. Nem acredito em quem diz que é. Dependendo do leitor posso ter capa ou não, ter título e subtítulo, posso ter muitos contos dentro de um conto. Posso ser um livro infantil, de mistério, ou de terror. Posso ser um romance. Se for um bom leitor pode até me reescrever. Ou escrever uma nova história comigo para compor meu livro.
Sou um livro de muitas edições, reescrito a várias mãos. Com vários co-autores. Estou sempre me preparando para uma nova reedição.
Não sou um livro aberto, porque deixo sempre que fique o gosto de me abrir e me manusear, folhear o sentir, o cheiro do que está escrito e inscrito em mim.
Sou um livro inacabado, com páginas em branco. Esse é o grande prazer do viver. Aguardando novas histórias para serem escritas.
Sou um livro feito de imagens, sons, cheiros. Lembranças, dores, alegrias, realizações, frustrações, sonhos. Nascida a fórceps, vivo me parindo.
Já escreveram histórias nele, com lápis grafite e essas o tempo apagou. Já escreveram de carbono, e eram cópias de outras histórias. Já escreveram a sangue, com o meu próprio. As melhores histórias foram as que eu escrevi, escolhendo o tema, os personagens, mesmo quando o enredo não teve o final feliz ficaram gravadas na memória.
Na realidade, não sou um livro, sou uma biblioteca. O leitor pode escolher o que vai ler. A verdade é que gosto do leitor que mergulha no que ler, que escreve junto comigo novas histórias, que ajuda no enredo, que descobre os mistérios, me descobre.
Gosto do leitor que sabe manusear as folhas com carinho e com o desejo de ler mais e mais. E reler. Amo, e só assim me abro, quando o leitor ao me ler brilha os olhos e fica com gosto de quero mais.





09.08.09

Esta foto de Rui Pires me fez lembrar o texto abaixo. Encosta do Douro - Portugal.



Apenas 30 minutos de conversa. Enquanto ele falava da Aldeia em Portugal, quase divisa com a Espanha, onde passaria cinco meses, e que iria colher uvas, ia pisar as uvas, ia colher cerejas e pêssegos, sentia um movimento muito estranho dentro de mim. Um movimento de querer estar naquele lugar, que ele falava com muito carinho e muita saudade, entre uvas e pêssegos. Ele, assim feito eu, não gostava do frio. Dizia com os olhos brilhantes e um sorriso nos lábios, que o clima melhor que tem é o de pernambuco.

Ele falava do segundo casamento com um certo desgosto, tinha brigado com a esposa. E eu mesmo compreendendo a dificuldade de um segundo relacionamento, achei por bem dizer-lhe que era necessário exercer a paciência para com a companheira. E no final chegamos a conclusão que apesar de tudo ela lhe fazia companhia, seja em Pernambuco ou em Portugal.

Precisava retomar a minha vida, precisa me despedir. Tomaz ficou, a vontade de continuar conversando ainda se fazia presente. Saí, já tinha ousado em perguntar-lhe se era português. Ousei ainda perguntar-lhe o nome, dizer o meu, apertar-lhe a mão. Pode ser que a gente se encontre, estarei por aqui, alguns dias às 9h outros dias às 10h.

Quando Tomaz me falou da Aldeia, e minha alma que parece aqueles palhacinhos surpresas de aniversário de criança, pulou dentro de mim. Lembrei das muitas vezes que disse ao meu amigo português que gostaria de ver uma Aldeia. E mesmo que as pessoas não entendam que uma turista brasileira queira conhecer uma Aldeia portuguesa, e que nem eu mesma entenda, eu gostaria de ficar uns dias numa Aldeia portuguesa, com os pés descalços, sentindo o chão.

Mas eu também tive vontade de conhecer descendentes de pomeranos lá no Espírito Santo, ou ficar dias e dias nas fazendas que viraram hotéis lá em Venda Nova do Imigrante.

Gosto de estar descalça em qualquer lugar, a qualquer hora do dia.



texto - 17.01.11
Conversei com Tomaz numa sala de fisioterapia.
Estava lendo um livro de um português  e ele falava ao telefone com o filho.
E disse uma frase igual ao do texto que eu lia.
O sotaque português mais a coincidência de dizer a frase, motivou o início da conversa.
Livro - Ainda se Morre em Veneza - Fernando Lopes.
Agosto - Tomaz deve estar colhendo uvas....

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Não me aprisione

série: julgamentos, preconceitos, verdades e limitações


Não me aprisione
(nos seus valores, preconceitos, julgamentos,
críticas destrutivas, dogmas, amor doentio)
tenho as minhas prisões.


Viro fera
(enjaulada, ferida, sufocada, arredida, impaciente)

Depois
Volto a criar asas e voar



quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Uma Buenos Aires que não gostaria de ter visto. Que não imaginei encontrar. Muito lixo nas ruas, pessoas dormindo nas praças, algumas morando. Muitos pombos, nas ruas, nas varandas, nas mesas dos restaurantes. Muitas fezes de cachorros nas calçadas. Catadores de lixo, pesagem do lixo catado em praças públicas, em frente dos pontos turísticos. Pedintes nas ruas, nos restaurantes, dentro dos metrôs.


Não gostaria de ter visto estas situações, pela questões humanas, sociais, de saúde pública,  que a cada dia nos mostram as fragilidades dos serviços públicos, dos poderes institucionalizados, as faltas de políticas públicas.....estas e outras situações refletem muitas questões, que passam por mim também. Refletem nossas incompetências e descasos.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Caminito - Buenos Aires

LA BOCA

"É o bairro mais pitoresco de Buenos Aires. Situada ao sul de San Telmo, junto à foz do Riachuelo, cuja "boca", que permite o acesso ao Rio da Prata, deu origem ao nome do bairro. É ali que fica o "Caminito" - cartão postal da cidade - uma pequena travessa onde estão as casas com fachadas de chapa de aço coloridas, exposições de arte, dançarinos de tango, feira de artesanato e o único museu de cera de Buenos Aires. O Caminito foi criado pelo pintor ítalo-argentino Quinquela Martins sobre o leito de um trecho da antiga via férrea"
(texto da internet)






Um lugar bastante interessante.
 

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Buenos Aires - Argentina

Um domingo bem diferente!

Obelisco

Feira de San Telmo
Famosa no mundo inteiro pela sua excentricidade, variedade de objetos e atrações de artistas.
Muita gente passeando, bastante interessante.
E este céu de final de tarde...


fotos - 07.08.11

sexta-feira, 5 de agosto de 2011



Os bons me ajudam
Os chatos me dão força

Os amigos lutam comigo
Os inimigos me ensinam a lutar

Meus familiares me incentivam a vencer
Os invejosos me dão a certeza que estou vencendo

Os amigos, os familiares, os bons
comemoram comigo minhas conquistas

Os chatos, os inimigos, os invejosos
se auto destroem pelo caminho
enterro-os na beira da estrada e sigo viagem

Os que me querem bem
E os que sinto carinho
Seguem viagem no meu pensamento

(Confesso - aprendo com todos eles)



texto: 26.07.11
foto: estrada de Pernambuco

quarta-feira, 3 de agosto de 2011



Passou o Natal
Não passaram todos os desejos
Algumas ilusões ainda me movem
Meu corpo sente

Neste novo ano
Serei a mesma
Talvez troque as ilusões
As cores, as luzes
Os sons, os sabores

Preciso sentir o coração sapateando
Uma arritmia de amor
Dando um novo ritmo a vida

No ano que passou pintei o sete
Um sonho antigo
Mas este sete foi de cores infantis

No novo ano
Preciso rever os sete que não pintei
Os beijos que não dei
Preciso reinventar o Natal





escrito - 14.01.11
E nós já estamos em agosto.

terça-feira, 2 de agosto de 2011


Quem presenciou o templo ruir
Sabe a importância de valorizar as colunas que ficaram de pé

Quem presenciou o templo ruir
Sabe da dificuldade da reconstrução

Quem presenciou o templo ruir
E sobreviveu, e venceu
Sabe a importância de se ter uma boa base

Quem presenciou o templo ruir
Sabe ver além das ruínas que sobraram



foto: Templo de Diana - Évora-Portugal
texto: 30.07.11

segunda-feira, 1 de agosto de 2011



O meu olhar passeava pela paisagem, seguia a estrada. Quando você me indicou aquele lugar para ser conhecido, senti na emoção dos teus olhos, na mudança do tom da voz, que naquele lugar, junto às montanhas, existia muito de ti. A paisagem que é linda, ficou mais linda, porque imaginava a tua emoção, as tuas lembranças, a tua infância a passearem por ela.

Olhava os arredores como se pudesse encontrar a casa onde você viveu. Como saber, não é mesmo? Queria ouvir de você a tua história. Queria estar ali, naquela paisagem contigo. E continuar a perceber e sentir a tua emoção a saltar dos olhos, feito percebi e senti, quando você me indicou aquela cidade a ser visitada. A tua emoção, naquele momento ficou visível, notei que mesmo apressado, você deu uma pausa, respirou profundo,  puxou o fôlego de bem longe, e junto com o suor da testa que escorria, escorria do som da voz e do brilho dos olhos a emoção. Era visível, transbordou da alma.

Saí eufórica, disse aos meus amigos, ele indicou uma cidade para conhecermos. Era preciso ser habilidosa e convencê-los a alterar os planos da viagem. Repetia,  ele falou com muita emoção. Fomos e gostamos, realmente o lugar é belíssimo, mas a beleza aumentou pela emoção que levei de ti.



texto: 31.07.11
inspirado em uma imagem.